FAB inspeciona radar meteorológico em implementação na Terminal Belém

FAB inspeciona radar meteorológico em implementação na Terminal Belém

FAB

 

Iniciativa da FAB faz parte das ações promovidas pelo DECEA para otimizar o espaço aéreo da Região Amazônica, tendo em vista a COP30, em novembro

O Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV) realizou, nesta terça-feira (29/04), a aferição do radar meteorológico que está em implementação na Terminal Belém. A iniciativa faz parte das ações promovidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) – organização da Força Aérea Brasileira – para otimizar o espaço aéreo da Região Amazônica, tendo em vista a realização da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em novembro, na cidade de Belém (PA).

A missão de aceitação operacional teve início no dia 23 de abril, em um trabalho conjunto entre militares do DECEA, da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA) e do Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica (CIMAER), onde foram avaliados os produtos gerados pelo radar. Após o parecer satisfatório, o GEIV realizou o voo para inspecionar os alvos meteorológicos, a precisão da localização e a intensidade.

 

“Nas missões de inspeção de radar temos um Oficial Especialista em Meteorologia a bordo para identificar o tipo de formação meteorológica e repassar as informações à equipe de solo”, explicou o Chefe da Seção de Operações do GEIV, Major Aviador Alexandre Gonçalves Carvalho.

O radar meteorológico é hoje uma das principais ferramentas de vigilância atmosférica disponíveis para a aviação e a gestão do risco climático. Com alta precisão, ele permite detectar, acompanhar e analisar a evolução tridimensional de formações meteorológicas potencialmente perigosas, contribuindo de forma decisiva para a segurança das operações aéreas e para a resposta a eventos extremos.

 

“Em preparação para a COP30, cresce o reconhecimento internacional de que tecnologias como essa são fundamentais para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Na região amazônica, em especial, a aplicação de um radar pode apoiar ações de defesa civil, agricultura e proteção ambiental, tornando-se uma ferramenta estratégica para o Brasil apresentar soluções concretas e operacionais em uma das conferências climáticas mais importantes da década”, declarou o Chefe da Subdivisão de Coordenação e Controle de Meteorologia do DECEA, Major Especialista em Meteorologia Fabrício Magalhães Cordeiro.

 

Fotos: DECEA

Fonte: DECEA, por Tenente Martorano

Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Scarlet

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